Está ocorrendo neste ano a 36º Bienal de Arte, intitulada “Da humanidade como prática”, tendo como curador geral o Prof. e Dr. Bonaventure Soh Bejeng Ndikung com sua equipe de cocuradores. A mostra se inspira no poema da poeta afro-brasileira Conceição Evaristo, “Da calma e do silêncio”.

Como colocado no site oficial da bienal, a proposta central desta edição é  repensar a humanidade como um verbo, uma prática viva, em um mundo que exige reimaginar as relações, assimetrias e a escuta como bases de convivência a partir de três fragmentos/eixos.

Situado no poema “Da Calma e do Silêncio”, o primeiro fragmento/eixo convida o público a desacelerar e prestar atenção aos detalhes do ambiente, sugerindo uma reconexão com a natureza. 

O segundo fragmento/eixo busca mostrar a como se vê no reflexo do outro, questionando a visão que criamos de nós e do outro, baseado no poema “Une conscience en fleur pour autrui”. E o terceiro e último fragmento/eixo foca nos espaços e encontros, baseado no movimento manguebit e em seu manifesto “Caranguejos com cérebro”, e em como os espaços também são o encontro do novo mundo com as pessoas escravizadas sequestradas da África.

Com um trecho da proposta oficial, “a exposição explora como as culturas e as sociedades lidam com essas diferenças e criam novos caminhos de coexistência e beleza, como manifestado em “A beleza intratável do mundo”, de Patrick Chamoiseau e Édouard Glissant.”

O evento está acontecendo desde o dia onze de outubro e finaliza no dia onze de fevereiro, a entrada é gratuita, e cada performance tem seu horário e particularidade.

  • Agenda com todas as datas:

Agenda – 36ª Bienal de São Paulo

  • Site Oficial do evento:

Sobre a 36ª – 36ª Bienal de São Paulo

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