Dezembro chegou e com ele, as luzes de Natal piscando, gente correndo atrás de presente, passagens esgotando… e, no meio desse clima festivo, um velho conhecido volta a circular com força total. Não estamos falando do tio do pavê e sim da desinformação.
Parece que, quando o mundo inteiro desacelera, as fake news aceleram. Elas adoram uma brecha, aquela correria para resolver mil coisas, a atenção dividida, o scroll rápido no celular enquanto a comida fica pronta. É o cenário perfeito para golpes, deepfakes e notícias duvidosas se espalharem nas casas
E não é só no Brasil. Plataformas e governos ao redor do mundo já perceberam que dezembro virou um período frágil. Estão correndo para colocar etiquetas de verificação, barrar contas suspeitas e dificultar manipulações digitais. Mas, convenhamos, o jogo é de gato e rato, e às vezes o rato está bem esperto.
Os golpes seguem o mesmo script: promoções imperdíveis de lojas que não existem, doações falsas “para ajudar famílias no Natal”, links que prometem brindes e entregam vírus, deepfakes com falas totalmente inventadas de figuras públicas… A criatividade é até impressionante, se não fosse perigosa.
Mas o ponto aqui não é entrar em pânico, é só lembrar que, mesmo em meio às festas, vale pausar por dois segundos antes de compartilhar qualquer coisa. Dezembro tem energia própria, pressa própria e distrações próprias. E é justamente nesse clima que a desinformação tenta passar despercebida.
A boa notícia é que a defesa mais eficaz continua sendo simples: olhar com calma, desconfiar do “bom demais para ser verdade”, checar duas vezes, respirar um pouco antes de clicar.
No balanço final, entre amigos, família, panetone e retrospectivas, vale manter a mente leve e o dedo no compartilhamento ainda mais leve. Afinal, ninguém quer começar 2026 com dor de cabeça digital.






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