Nos últimos anos, rotinas de Skin Care (do inglês, cuidados com a pele) ganharam força nas redes sociais e levantaram a discussão sobre a importância dos cuidados com a saúde corporal. Segundo um artigo publicado pela UNIMED Campinas, essas rotinas auxiliam no controle da oleosidade, melhoram a textura e aparência da pele, previnem o envelhecimento precoce  e aumentam a autoestima e bem-estar. 

Dentre os dos produtos mais utilizados estão: protetor solar, que auxilia na prevenção de doenças como o câncer de pele e protege também dos agentes poluentes presentes no ar; hidratantes; séruns e esfoliantes. Embora pareçam inofensivos, produtos esfoliantes apresentam um grande perigo ao meio ambiente. 

Na composição da maioria de produtos esfoliantes há microplásticos, que após o uso, tem como destino final rios, lagos e mares. De acordo com dados divulgados pela agência Ocean Care, a estimativa de partículas de plástico no oceano atinge 5,25 trilhões. Essas partículas, mesmo que sejam pequenas, causam um grande estrago prejudicando ao ecossistema marinho. 

Mas não é preciso deixar de esfoliar a pele para cuidar do meio ambiente, hoje em dia já existem opções sustentáveis. Marcas como Natura e Sallve produzem hidratantes com partículas esfoliantes naturais retiradas de sílica orgânica encontrada em talos de bambu e também sementes de maracujá e castanha. 

O projeto de lei de 2018, Nº263 propõe “vedar o uso de micropartículas de plástico na composição de produtos cosméticos”. Essa opção contribui para um futuro mais consciente e promove a educação ambiental às empresas fabricantes de dermocosméticos.

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